Marco Feliciano faz apelo por paz, respeito e união e alerta para a divisão política no Brasil
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Em pronunciamento realizado nesta quarta-feira (28), no plenário Ulysses Guimarães, na Câmara dos Deputados, o deputado federal Marco Feliciano, reeleito para o quinto mandato, fez um apelo à união nacional e ao diálogo diante da polarização política no Brasil.
Ao refletir sobre o cenário eleitoral, o parlamentar destacou que a diferença de aproximadamente três pontos percentuais entre os candidatos evidencia um país dividido, com milhões de brasileiros que pensam de maneira diferente, mas que, segundo ele, desejam um futuro melhor para a nação.
Com base em sua experiência parlamentar e em sua fé cristã, Feliciano ressaltou que as divergências políticas não devem comprometer os vínculos familiares, as amizades e o respeito entre os cidadãos.
“O problema não é apenas quem ganhou, quem perdeu. O problema é o que acontece quando irmãos deixam de conversar com irmãos, quando as famílias estão divididas, quando amizades são destruídas, quando brasileiros deixam de conversar uns com os outros por causa de política”, afirmou.
O deputado também defendeu que o resultado das eleições não deve ser motivo para transformar adversários políticos em inimigos. Segundo ele, o presidente eleito deve governar para toda a população, enquanto a oposição precisa ser reconhecida como parte legítima da democracia.
“O Brasil, nesse momento, precisa de paz, de responsabilidade, de respeito, de compromisso com o povo”, declarou.
Durante o pronunciamento, Feliciano também chamou a atenção para problemas como o alto custo de vida, a violência, a pobreza e a falta de esperança, ressaltando que esses desafios exigem atenção e ações concretas, independentemente das disputas políticas.
Sob a perspectiva de sua fé cristã, o parlamentar convidou os brasileiros a orarem pelo país e pediu sabedoria e coragem para superar as dificuldades. Ao encerrar sua mensagem, reforçou que a paz e o respeito são fundamentais para o desenvolvimento nacional.
“Se o povo está em paz, o país prospera. Se o povo está em guerra, todo mundo perde”, concluiu.











